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11
ABR
17

Aulas Presenciais ou por Skype? E agora?



 

Muitos alunos de idiomas atualmente têm dúvidas sobre as vantagens e desvantagens de se ter aulas por Skype, Hangouts ou outras plataformas de comunicação. Alguns nem questionam e dizem: “a aula presencial é sempre melhor". Será? A Rose Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas, fez para nós uma lista de vantagens dos dois modelos (Skype e Presencial). Verifique quais vantagens são mais relevantes para a sua carreira neste momento, considerando sua agenda, condições financeiras, nível linguístico no idioma, além de metas e o prazo que você tem para se tornar fluente.

VANTAGENS AULA POR SKYPE ATRAVÉS DE UMA ESCOLA
VANTAGENS AULA PRESENCIAL EM UMA ESCOLA
É possível encontrar professores excelentes com mais facilidade, por ser mais conveniente para eles não terem de se deslocar.
O contato humano presencial entre professor/aluno e aluno/aluno é natural, sem tecnologia ou equipamentos envolvidos.
Aulas individuais ou em dupla tendem a ter resultados mais rápidos, porque o tempo de fala do aluno é maior, além de ser possível personalizar mais o curso.
O contato humano presencial pode ser fundamental para alguns alunos se manterem motivados.
Aulas por Skype ou Hangouts tendem a ter um preço menor, se comparadas à aula presencial (tem de comparar mesmo número de alunos na modalidade virtual e presencial).
Para alunos que gostam de salas físicas com vários colegas, a aula por Skype/Hangouts pode ter menos pessoas, ou não ser possível ver as pessoas, mas apenas ouvi-las (em salas virtuais cheias).
Não ter de se deslocar até a escola pode possibilitar a realização de um curso mesmo com agenda cheia.
Em uma sala de aula com diversos alunos, há interação entre colegas e o dinamismo pode contribuir para o processo.
Para alguns, o computador pode colaborar para aumentar o foco na aula, pois o aluno pode ficar mais concentrado, não tem tantos pontos de distração no ambiente, como em uma sala de aula (se o aluno não ficar abrindo outras telas…).
Para alguns, o ambiente escolar pode colaborar para aumentar o foco na aula, pois o aluno pode se envolver e se concentrar mais.
É possível ter aula durante viagens de negócios, na sala de espera do médico, no trânsito, no trajeto casa/trabalho, dependendo do programa. Isso minimiza um dos grandes vilões da aprendizagem: a falta de regularidade no curso.
Não há a dependência de internet, wi fi, computadores, tablets ou celulares.
O registro de conteúdo da aula (vocabulário novo, por exemplo) é facilitado.
Métodos que incluem aulas movimentadas, com técnicas de teatro e simulações, são facilitados neste modelo.

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e PÓSMBA pela FIA/FEA/USP. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Colunista do portal da Catho Carreira & Sucesso, RH.com e Exame.com. Professora de Técnicas de Comunicação, Gestão de Pessoas e Estratégia na pós graduação ADM da Fundação Getulio Vargas/FGV.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

07
MAR
17

Você tem medo de falar inglês



 

A timidez é um dos maiores obstáculos à comunicação. Em inglês, é ainda pior. O tímido teme se expor por causa do julgamento, da crítica e até da rejeição dos seus colegas de trabalho, chefes e clientes. Ele acredita que todos recriminam o seu jeito de falar a língua. Quando sabe que precisará se expor, fica ansioso, o que intensifica ainda mais os erros e os “brancos”.
   
Sozinho com suas ideias e censuras, ele se transforma na sua própria barreira e pode chamar muito mais a atenção justamente pelo medo de errar. Freud já dizia: “Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons”.

Não é algo simples de resolver, mas é importante tentar continuamente, porque assim o resultado virá. Confira a seguir 7 dicas que poderão ajudar você a lutar contra o medo de falar inglês em público: 


1. Selecionar a melhor opção de curso para o seu perfil de aluno

Qual será o formato de curso mais adequado? Há muitas possibilidades: aulas individuais, aulas em grupo. Presenciais, via Skype, on-line. Escolas abertas, escolas in-company etc. O ideal é que o curso tenha metodologia compatível com suas necessidades e seu estilo de aprendizagem, ou que ofereça programas customizados. Também importante que tenha conteúdo diversificado: portais, aplicativos, livros, revistas, áudios etc. Quando fazemos um curso que vai ao encontro do nosso perfil, fica mais aprender e, consequentemente, ter confiança no seu conhecimento e potencial. Com confiança, o medo tenderá a diminuir gradativamente.


2. Buscar se desvencilhar do julgamento interior

Na classe ou na vida, quando o julgamento vier, traga para a consciência, converse com você mesmo. Às vezes, nós nos julgamos e nos comparamos injustamente, pois não estudamos o suficiente para ter uma boa fluência. Além disso, somos diferentes e todos nós, sem exceção, temos qualidades e fragilidades. O importante é investir no autoconhecimento para saber a origem deste comportamento e procurar trabalhar para superá-lo.

Questionamentos virão, tais como: “O que as pessoas estão pensando de mim? Será que estou vermelho? Estou transpirando? E se me perguntarem algo que não souber responder?” Mas não dê atenção. Se você estiver preparado e investindo no aprendizado do idioma, vale o item 2 abaixo. Isto é inteligência emocional.


3. Aceitar os erros

Se perceber que falou algo errado, não leve em consideração: continue, o importante é falar. Focar na desenvoltura, nos níveis mais básicos, é mais importante do que falar tudo corretamente. A eliminação dos erros é um processo que leva tempo. No processo de aprendizagem de um idioma como o inglês, é importante ter claro que como é uma língua muito diferente do português, precisamos esperar o cérebro se acostumar com os novos parâmetros de comunicação.

4. Falar em voz alta
Estamos sempre pensando. Então, todos os dias, procure pensar em inglês e também criar diálogos e repeti-los várias vezes em voz alta, ou repita diálogos de séries ou cante junto com as músicas. Grave e ouça sua própria voz e veja se consegue perceber eventuais erros de gramática e pronúncia. Acostume-se a se ouvir. 

5. Observar a respiração

Quando deixamos a ansiedade tomar conta do nosso corpo, a respiração fica ofegante, começamos a gaguejar ou trocar palavras, perdemos o foco do que estamos fazendo e falando. Neste cenário, o ideal é fazer uma pequena parada e respirar fundo algumas vezes, por pelo menos, um minuto e de olhos fechados, só percebendo o ar entrar profundamente e o ar sair calmamente. A respiração profunda nos acalma e traz equilíbrio.

Cuidado também com a sua postura corporal. Ao manter a coluna ereta e olhar para frente, você transmite credibilidade e segurança. Isso aumenta a sua auto confiança. O corpo fala e pode transmitir o que você não deseja. Só que, se você tiver consciência, pode alinhar a sua fala com o que seu corpo está transmitindo.

6. Ter disciplina e foco
Estabeleça ações e metas diárias, semanais e mensais de aquisição de vocabulário, pronúncia adequada e estruturas gramaticais. Além de realizar um curso de inglês, você deve utilizar muitos outros recursos, mencionados no item 6. Quanto mais estruturas e vocabulário você tiver adquirido e automatizado, mais fluida será a sua comunicação. Lembre-se de que para atingir seus objetivos de fluência será necessário tempo. Regularidade e foco no que precisa ser feito sempre até atingir seus objetivos de fluência.

7. Ser persistente

Se você esperar mudanças radicais e imediatas, passará a se cobrar ainda mais porque o domínio do inglês não acontece em pouco tempo. É necessário um mínimo de 600 horas de curso para alcançarmos uma fluência avançado do idioma. Não adianta falar que você já começou e parou vários cursos. Lembre-se, é preciso regularidade e continuidade. Além disso, não é o número de anos de estudo. Vejo pessoas que dizem estar estudando inglês há dois anos, mas fazendo uma hora semanal. O ano tem 52 semanas. Em dois anos, na melhor das hipóteses, o aluno terá feito 104 de guided learning hours (horas com professor). É preciso entender isso para não se cobrar indevidamente. 


Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 01 de dezembro de 2016 para Vagas.com. Editado por Lígia Crispino para o site da Companhia de Idiomas - Artigos de Gestão.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Revista da Cultura e Exame.com. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. 
Fale com: 
roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

28
DEZ
16

Ferramenta para ajudar na disciplina do estudo



 

Você está estudando um idioma estrangeiro e não tem se dedicado como deveria? Ou precisa voltar a estudar? O grande desafio é manter nosso compromisso e fazer tudo o que sabemos que precisa ser feito para alcançar a fluência.
 
A maioria das pessoas tem problemas sérios com a disciplina. Por isso, que acabamos desistindo de projetos demorados como ser fluente em um idioma. Que tal usar esta ferramenta, stickK, para criar incentivos e comprometimento, aumentando suas chances de sucesso?

É um serviço on-line no qual você determina um objetivo e faz um Contrato de Comprometimento, tendo como opção cadastrar algumas pessoas como fiscais do seu contrato e outras como incentivadoras: ambas saberão se você será bem sucedido ou não.

O estudo conduzido pelo stickK mostra que quem cria um Contrato de Comprometimento:

- Destacando um fiscal, aumenta as chances de sucesso em até 2 vezes.
- Colocando dinheiro, aumenta em até 3 vezes.

Com este resultado, podemos concluir que as pessoas se preocupam com a imagem que transmitem. Por isso, não querem se expor negativamente. Além disso, elas não querem perder dinheiro.

Você pode incluir como metas o curso e uma agenda diária e factível de estudo extraclasse. O ideal é dedicar cerca de 15 a 30 minutos diariamente para atividades variadas. Essa agenda é a sustentação do seu contrato de comprometimento. Ao desmembrar o objetivo macro de fluência em pequenas metas, você aumenta suas chances de sucesso. 


Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 28/12 na Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. 
Fale com: 
roselicampos@companhiadeidiomas.com.br